quinta-feira, 30 de outubro de 2008

3ª Mostra de Cinema Brasileiro


O Cinema São Jorge em Lisboa volta a receber a Mostra de Cinema Brasileiro de 7 a 9 de Novembro. Apesar de não ter a mesma projecção que a Festa do Cinema Francês vale bastante a pena. Os filmes costumam ser bons e as mesas redondas com realizadores e actores são também um ponto a favor da mostra.
O valor dos bilhetes variam entre 3 euros para menores de 25, maiores de 65 ou associados da Casa do Brasil e 3.50 euros para as restantes pessoas.
Eis a programação:

Dia 7:
Inauguração /21h30, Os Desafinados (2008), de Walter Lima Jr.

Dia 8:
16h00, A Casa do Tom, de Ana Jobim
18h30, Os Desafinados, de Walter Lima Jr.
20h30, Mesa Redonda com Walter Lima Jr. e Ângelo Paes Leme
22h00, Caixa Dois (2007), de Bruno Barreto

Dia 9:
16h00, Cartola (2006), de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda
18h30, A Via Láctea (2007), de Lina Chamie
22h00, Nome Próprio (2008), de Murillo Sales

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domingo, 26 de outubro de 2008

Presidenciais E.U.A.

Leitores da Mensagem, em quem é que votariam, se fossem norte-americanos, ou se são em quem é votam?
Eu cá votaria Obama, por nenhuma razão em especial, que eu não estou muito dentro das campanhas, mas esta parece-me, mesmo assim, a melhor opção, para além de que seria interessante um afro-descendente, como eles dizem, ser presidente dos E.U.A.

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

9ª Festa do Cinema Francês


Até domingo ainda há muitos filmes para ver em Lisboa, Almada, Faro, Coimbra e Porto!
Em Lisboa podem assistir a estes filmes no Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa e no Instituto franco-português.
Vale a pena!

Consultem a programação em:
http://www.festadocinemafrances.com/

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Raptos parentais

Acabei de ler um livro sobre o assunto, escrito pela dinamarquesa Helle Amin, denominado "Reunited in the Desert". Não é a primeira vez que ouço falar sobre o assunto nem tão pouco é a primeira vez que leio sobre o tema, mas não sei se muitas pessoas terão noção da frequência com que estes casos acontecem ou de como continuam a aumentar.
Por vezes, quando por alguma razão, quer seja de divergências culturais, religiosas ou simplesmente porque o casamento terminou, um dos progenitores decide levar os filhos para o seu país de origem de modo a conservar a custódia dos mesmos sem ter de se sujeitar a um processo legal, ao mesmo tempo que impede que os pais deixados para trás voltem a ter algum contacto com as crianças.
Segundo o livro, os raptos dividem-se em duas situações, os que foram raptados para países abrangidos pela Convenção de Haia, de 1980 e os raptados para outros países não membros. A Convenção prevê o regresso da criança ao seu país de residência para que esse país possa determinar quais os melhores interesses da criança. Nesta situação, deverá-se proceder com rapidez, pois passado um ano, a criança pode ser considerada já integrada no país de acolhimento.
Se por um lado é possível a pais deixados para trás recuperar os filhos nesta primeira situação, no segundo caso é extremamente difícil e por vezes praticamente impossível. O pai ou mãe em questão dever-se-ão deslocar ao país para que o filho foi raptado e enfrentar um sistema judicial estrangeiro para conseguir a custódia do filho.

Voltando ao livro, vou transcrever uma passagem do mesmo, que acho que o resume:
"O cenário é vulgar nos tempos que correm: um homem árabe que vive no Ocidente, muitas vezes não praticando a sua fé, casa-se e tem filhos. Quando as coisas começam a correr mal, volta para o seu país de origem, levando consigo as crianças. Apesar de não ser muçulmando devoto, usa agora a protecção que o seu país natal oferece e assegura-se de que todos os elos de ligação entre as crianças e a mãe sejam cortados. Sim, ele pode fazê-lo, e é muito mais frequente do que imaginam.
No meu caso, durante todo o tempo que durou o meu casamento, nunca vi o meu marido rezar nem ir à mesquita. Nunca o vi misturar-se com outros sauditas nem com outros muçulmanos. "T" viveu de acordo com os valores ocidentais entre os oito e os quarenta e oito anos de idade, com uma pequena interrupção durante o breve tempo que trabalhou na Arábia Saudita. Quando nos casámos jurou-me que aquilo era tão horrível que não queria voltar para lá nunca mais.
As pessoas costumam dizer-me: "Helle, devias ter percebido aquilo em que te estavas a meter. Casando-te com um saudita corrias sempre o risco disto acontecer, não achas?"
A minha resposta é que não tinha modo de saber o que iria acontecer. "T" vivera em Inglaterra, dissera-me que tencionava continuar a ter um estilo de vida ocidental e, na verdade, tudo apontava para isso.
Também desprezava a sua religião, por isso o islamismo nunca esteve presente nas nossas vidas. Com efeito, o meu marido explorava com grande interesse todas as outras religiões, tanto que nenhum estranho teria podido prever na altura a desgraça que me aguardava".

Esta senhora teve uma sorte tremenda em recuperar os filhos e existem milhares de outras histórias de pais por todo o mundo na eterna busca dos filhos, numa missão praticamente impossível. Por outro lado é também de salientar trauma das crianças raptadas por um dos pais, e muitas vezes também o choque cultural que sofrem.
Muitas vezes os pais gastam fortunas de uma vida para tentar recuperar os filhos, e frequentemente sem sucesso.
Esta publicação faz especial incidência a raptos para países muçulmanos, primeiro porque era o caso do livro e segundo porque também são os mais graves, uma vez que estrangeiros, ocidentais, não muçulmanos e ainda por cima mulheres não têm estatuto absolutamente nenhum face aos nacionais na maioria desses países. No entanto raptos parentais acontecem em todo lado, como por exemplo dentro da Europa, e não deixam de ser menos graves ou importantes por isso.

Ligações importantes:
http://www.reunite.org/
http://www.ldif.asso.fr/
http://www.offsol.demon.co.uk/
http://www.hcch.net/

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Queen Rania

Há dois meses atrás quando andava a navegar pela internet o nome "Queen Rania" apareceu no meu ecrã e decidi investigar mais sobre ela, hoje no YouTube voltei a ver um vídeo dela e resolvi escrever um pouco sobre ela aqui no blogue.

Rania al-Abdullah é a rainha da Jordânia. Ela nasceu na palestina e mais tarde foi para o Kuwait, devido à invasão do Kuwait pelo Iraque, Rania e a sua família tiveram de ir viver para a Jordânia.
Em 1993 conheceu o príncipe Abdullah II bin al-Hussein, filho do rei Hussein e casaram no mesmo ano.
Duas semanas antes de morrer, o rei Hussein destitui o irmão de Abdullah do título herdeiro e então Abdullah foi coroado rei da Jordânia e Rania como rainha.

Aqui ficou um pequeno resumo da vida de Rania, mas o mais fascinante nela é o trabalho que desenvolve junto das crianças e mulheres pobres da Jordânia, através de várias instituições e o falar abertamente das mulheres árabes quebrando muitos estereótipos...

Fica aqui o link para a página oficial dela:
http://www.queenrania.jo/

e dois vídeos da sua conta no youtube (sendo um deles musical)





Nota: Os dados foram tirados da wikipédia.

sábado, 13 de setembro de 2008

Laaga Chunari Mein Daag


Ou "Journey of a woman" é um filme de 2007, realizado por Pradeep Sarkar com Rani Mukherjee, Konkona Sen Sharma, Kunal Kapoor, Jaya Bahduri Bachchand e Abhishek Bachchand nos principais papéis.
Eu aho que este é um dos melhores filmes que eu já vi. Também é verdade que acho que nunca chorei tanto num filme, mas é realmente muito bom, põe-nos a pensar, a não julgarmos tanto os outros.
As interpertações dos actores são muito boas, bem como a realização. Eu sinceramente não entendo como é que este filme têm sido tão criticado negativamente, tal como não entendo como é que não foi nomeado para mais de um Filmfare Award.
Não vos vou adiantar nada da história, porque, pelo menos eu, aprecio sempre mais os filmes quando não a sei, no entanto deixo-vos dois vídeos, se quiserem espreitar;)
Se o virem o filme depois digam-me o que acharam.
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sábado, 23 de agosto de 2008

Sonhos de Infância

Tinham alguns, pelo menos que se lembrem?
Se sim, algum já se concretizou?
Eu não me lembro de ter propriamente sonhos específicos em criança, acho que era mais ser feliz e ser amada pela família e amigos, ser boa aluna, quando comecei a ir para a escola, e, segundo a minha mãe eu dizia que tinha de ganhar muito dinheiro para sustentar os meus sobrinhos, lol, daqui a uns anos verei se tinha um poder assim de super antecipação! :)

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Nostalgia! :)


Olá meus amores de leitores!
Vocês agora que estão de férias não comentam nada! Ah, mas eu vou continuar a escrever para vocês, ou então só para mim :)
Estive agora a rever as fotos do Baile de Finalistas e a folhear e ler o Livro de Curso e quando dei conta estava a ler e a sorrir perante o que escrevemos e deu-me uma saudade imensa; como o tempo passa! Deu-me vontade de vos abraçar a todas, Chuby girls!
Acho que estou invadida por uma sensação de conforto, felicidade e nostalgia que, se com a passagem de um ano fico assim, imagino daqui para a frente. As recordações vão ficar para sempre e espero que cumpramos as nossas promessas de amizade tão bem como cumprimos este ano :)
Adoro-vos do fundo do meu coração!!!!!
Bjs e e muitos abraços daqueles que fazem faltar o ar :)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Cultura árabe


Depois de nos últimos tempos em que estive a explorar entre outras coisas a cultura árabe, gostaria de referir brevemente o que me cativou, uma vez que foram mais as coisas que não gostei e que me revoltaram.
Na minha perspectiva as únicas coisas que realmente valem a pena na cultura árabe são as seguintes: a arquitectura e arte, a dança folclórica - a dança do ventre - e a música (+/-). Oa camelos e os caracteres árabes também têm a sua piada.

Pensamentos à deriva

"There comes a time in everyone’s life when we have to ponder if the decisions we made, have changed our lives for the better or worse."

"Family comes first. Wherever you go, you don't want to go too far that when you look back there's no one to support you."

Há frases que em certos momentos da nossa vida, ganham uma importância e um significado muito mais fortes.