sábado, 23 de agosto de 2008

Sonhos de Infância

Tinham alguns, pelo menos que se lembrem?
Se sim, algum já se concretizou?
Eu não me lembro de ter propriamente sonhos específicos em criança, acho que era mais ser feliz e ser amada pela família e amigos, ser boa aluna, quando comecei a ir para a escola, e, segundo a minha mãe eu dizia que tinha de ganhar muito dinheiro para sustentar os meus sobrinhos, lol, daqui a uns anos verei se tinha um poder assim de super antecipação! :)

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Nostalgia! :)


Olá meus amores de leitores!
Vocês agora que estão de férias não comentam nada! Ah, mas eu vou continuar a escrever para vocês, ou então só para mim :)
Estive agora a rever as fotos do Baile de Finalistas e a folhear e ler o Livro de Curso e quando dei conta estava a ler e a sorrir perante o que escrevemos e deu-me uma saudade imensa; como o tempo passa! Deu-me vontade de vos abraçar a todas, Chuby girls!
Acho que estou invadida por uma sensação de conforto, felicidade e nostalgia que, se com a passagem de um ano fico assim, imagino daqui para a frente. As recordações vão ficar para sempre e espero que cumpramos as nossas promessas de amizade tão bem como cumprimos este ano :)
Adoro-vos do fundo do meu coração!!!!!
Bjs e e muitos abraços daqueles que fazem faltar o ar :)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Cultura árabe


Depois de nos últimos tempos em que estive a explorar entre outras coisas a cultura árabe, gostaria de referir brevemente o que me cativou, uma vez que foram mais as coisas que não gostei e que me revoltaram.
Na minha perspectiva as únicas coisas que realmente valem a pena na cultura árabe são as seguintes: a arquitectura e arte, a dança folclórica - a dança do ventre - e a música (+/-). Oa camelos e os caracteres árabes também têm a sua piada.

Pensamentos à deriva

"There comes a time in everyone’s life when we have to ponder if the decisions we made, have changed our lives for the better or worse."

"Family comes first. Wherever you go, you don't want to go too far that when you look back there's no one to support you."

Há frases que em certos momentos da nossa vida, ganham uma importância e um significado muito mais fortes.

Ser fã!

Antes de mais quero começar por deixar uma pequena definição tirada da wikipédia sobre os clubes de fãs:

"Um fã-clube ( fã clube ou clube de fãs) é uma associação de indivíduos dedicados a expressar sua admiração por uma pessoa famosa, grupo, ideia (tal como História) ou mesmo um objecto inanimado (por exemplo, um automóvel ou um modelo de computador).

Nos dias de hoje, muitos fãs-clubes possuem sítios onde registam sua adoração pelo responsável pelo culto. Por exemplo, um fã-clube dedicado a cantores como Britney Spears ou Eros Ramazzotti, deve ter um histórico pessoal do(a) homenageado(a), fotos, vídeos, salas de chat e informações sobre futuras apresentações."


Considero natural e até desejável que qualquer pessoa tenha os seus pequenos hérois, alguém que sirva como exemplo ou referência, "someone we can look up to", servindo como instrumento de modulação de compor-tamentos, de personalidade e de identidade. No entanto, quando se atinge o estado de fã, as coisas começam a decompor-se, tornando-se o espírito menos saudável.


No meu entender, o ser fã (e aqui fica a distinção entre gostar ou ser realmente fã de algo), e no caso do objecto de admiração/devoção ser uma pessoa, o fã saberá de forma mais ou menos precisa a sua biografia, os seus trabalhos, os pormernores mais improváveis, conhecerá de maneira superficial o seu círculo social, as novidades sempre actualizadas, já terá visto metade dos vídeos, fotos, notícias e entrevistas existentes online e offline e acaberá por criar uma certa dependência das fontes e suportes de informação sobre o seu objecto de culto, sejam revistas, internet, livros, filmes, etc.


Na minha opinião qualquer tipo de fã ou qualquer forma de fanatismo é negativa e nefasta e eu culpo a internet como principal meio de formar um fã, devido à quantidade de informação disponível à distância de um clique, e neste seguimento considero que qualquer pessoa nos dias de hoje está mais susceptível de se tornar um fã de algo.

Na minha experiência pessoal rejeito a ideia de me tornar fã de alguma coisa, mas nos últimos dois anos já me tornei fã de 3 coisas diferentes, o que vale é que as duas primeiras já me passaram; a verdade é que o facto de não conhecer directamente ninguém fã das mesmas coisas particulares que eu ajudam a panca a não tomar proporções mais desmedidas do que tomam de facto, senão sei que rapidamente me tornaria uma fã como a minha prima e as amigas dos Tokio Hotel. Odeio a dependência que o ser fã trás.


Mundo pequeno


Às vezes não têm a sensação que o mundo inteiro está na Internet e no youtube? Parece que toda e qualquer coisa está registada nalgum site, nalguma imagem ou nalgum vídeo, tornando o mundo mais pequeno.

Eu arriscar-me-ia a dizer que pelo menos meio mundo tem uma representação online, quer individual, quer institucional, veja-se o Google, o Google Earth, o hi5, o facebook, o myspace, etc, etc...

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Bollywood

Características dos filmes indianos:

-são muito mais caros que um filme normal de Hollywood por várias razões: enormes cashets das estrelas, coreografias e guarda-roupa elaborados, cenários exóticos e grandes campanhas promocionais;

-Bollywood produz uma média de 800 filmes por ano, o dobro de Hollywood, no entanto não é a indústria que mais filmes produz;

-os beijos na boca e cenas de sexo um bocadinho mais atrevidas podem fazer a classificação do filme subir para maiores de 18, limitando as audiências, o que faz com que muitos produtores optem por erradicar estas cenas, de forma a obterem lucro. No entanto estão a surgir mais filmes com algumas cenas deste género mais ou menos subtis classificados como maiores de 12;

-o nome de Bollywood resulta da junção de Bombaim com Hollywood, sendo a sede desta indústria em Bombaim, capital económica da Índia;

-são bastante longos, rondando normalmente as 3 horas e são todos musicais;

-os actores durante as músicas cantam maioritariamente em playback, normalmente há sempre um cantor/cantora profissional por trás, mas por vezes são eles próprios que cantam. O actor Amitabh Bachchand por exemplo, costuma cantar as músicas das suas personagens;

-existem filmes bastante bons, como existem outros bastante maus, é errado generalizar e há-que saber escolher;

-um bom actor bollywodesco que se preze não se limita a saber representar, mas também tem de se saber mexer para acompanhar as coreografias das músicas;

-Os filmes normalmente em Hindi, por vezes também em outras línguas indianas incluem sempre vocabulário e frases em inglês misturadas com a língua principal, uma vez que é assim que os próprios indianos falam;

-existem famílias cujos membros estão ligados a Bollywood através de produtores, cantores, actores e realizadores ao longo de várias gerações, como é o caso da família Devgan, Kapoor, ou Mukherjee;

-entre os actores mais conhecidos encontram-se a Kajol, também conhecida como uma das Queens of Bollywood, Sharukh khan (Srk) também conhecido como King Khan, Rani Mukherjee, a outra Queen of Bollywood, prima da 1ª, Aamir Khan, Bipasha Bashu, Kareena Kapoor, Karishma Kapoor, Saif Ali Khan, Tabu, Amitabh Bachchan, Abhishek Bachchan (Baby B), John Abraham, Salman Khan, Priety Zinta ou Aishwarya Rai;

-Existem vários "popular on-screen couples", os "so-called jodis", que o grande público adora ver juntos nos filmes, como Rani Mukherjee e Abhishek Bachchand ou "Ranishek" (2º vídeo - uma das canções do filme Bunty Aur Babli), Rani Mukherjee e Saif Ali Khan, Rani Mukherjee e Srk, Srk e Kajol ou "SrKajol"(3º vídeo-inclui um argumento e manipulação de cenas de vários filmes);

-Muitos actores e realizadores encontram-se frequentemente envolvidos em campanhas de solidariedade, tirando proveito da sua imagem e impacto na população;

-Muitos actores acumulam também funções de modelo e participam muito em anúncios;

-Estou a fazer apenas referência a filmes de entertenimento, os mais populares, mas também existe cinema de autor, como Water, Fire e Earth by Deepa Mehta de capital canadiano, embora este não seja considerado Bollywood, uma vez que Bollywood é apenas uma das indústrias cinematográficas da Índia;

-Aqui em Portugal, pelo menos, estão envoltos em grande preconceito, visto que todos consideram sem nunca terem de facto explorado ou conhecerem a indústria cinematográfica indiana que os filmes de Bollywood não prestam, o que mostra que a maioria das pessoas têm uma mente muito fechada a coisas diferentes e vão ver um filme indiano à espera de uma cópia de um americano e claro que não são estilos semelhantes e ainda bem.

-Os filmes tendem muito para o romance, ainda não vi nenhum em que não fosse mencionada a palavra shaadi (casamento) ou isqh/pyaar (amor), embora saiba que existam vários de acção.

O meu preferido, se quiserem ver, é o "Fanaa" (e eu não gostava deste tipo de filmes exclusivamente românticos antes!). Eu acho que se pode sempre esperar um bom filme de entertenimento quando estes incluem a Kajol, a Rani Mukherji ou são do Karan Johar.




segunda-feira, 28 de julho de 2008

O Preço da Liberdade



Olá, olá people!
Sei que isto tem andado muito parado no último mês, mas isto de agora ter exames no final das aulas que se extendem para dentro do Verão parece ser uma moda que veio para ficar, visto que se tem repetido nos últimos três anos e não há prespectivas para o seu fim, nos próximos, cinco, seis, sete anos, mais ainda??!
Mas isso agora não interessa, porque há uma semana que estou de férias, yeieieieieieiei!!!!!!!!!!!!!!!!! Muito merecidas!!!!!!!!!!!!

Mudando de assunto, nesta última semana li um livro muito interessante, que acho que toda a gente devia ler, chama-se "O Preço da Liberdade", ou "Camelia" no seu título original. É uma autobiografia de uma jornalista reformista iraniana chamada Camelia Entekhabifard, que retrata a evolução do seu país desde a fuga do Xá e a implementação da República Islâmica quando ainda era uma criança até aos dias de hoje, e todas as transformações que a sociedade foi experimentando. É um livro imparcial, dentro do possível claro, que acredito fazer um retrato fiel e verídico da realidade do Irão.
Num momento em que a imprensa ocidental ataca o Irão no que toca ao seu programa nuclear, em que surgem sites, blogues, vídeos no youtube, etc a defender este país, dando uma imagem harmoniosa e equilibrada de um país moderno, deturpada pelos interesses dos Estados Unidos da América na opinião pública ocidental, considero ser essencial cada um formar a sua própria opinião. Deixo-vos aqui uma pequeno resumo do livro que tirei da net e que é uma versão mais curta do que está no livro:

"Jornalista ousada, Camelia usava o seu talento para cobrir a actualidade do Irão pós-revolucionário nos jornais reformistas do país. A coragem com que sempre desempenhara um papel activo na vida cultural de uma nação tomada de assalto pelo extremismo religioso granjeou-lhe inimigos e conduziu-a à prisão. Em Towhid, a violência física e psicológica a que é sujeita coloca-a face a uma terrível decisão: para sobreviver, terá de se entregar ao chefe dos seus brutais interrogadores. Uma relação perigosa e humilhante, durante a qual Camelia se vê obrigada a trair os amigos e a família, a servir o governo iraniano e a ceder a todos os caprichos de um homem dissoluto e poderoso."

Agora gostava de fazer aqui um balanço da indumentária islâmica que se mistura com a cultura popular de muitos países árabes. Neste livro falava-se muito do hijab e do chador que são mais típicos do Irão. No hijab a cara está a descoberto, mas o cabelo deve estar totalmente coberto/invisível. Eu nunca andaria com aquilo todos os dias, mas por acaso o hijab até é engraçado. No entanto penso que as pessoas devem ter liberdade de escolha, ou seja defendo uma não proibição em França por exemplo, mas também uma não obrigatoriedade no Irão ou noutros países árabes. O chador já só deixa ver os olhos, e a burka, eu acho horripilante, não deixa ver nada, as mulheres que usam aquilo devem morrer de calor no Verão e a visibilidade deve ser mínima. Deixo-vos agora umas ilustrações do que referi e um dos típicos e utópicos vídeos defensores do Irão:



Eu acho que este vídeo dá uma imagem de um Irão bonitinho, moderno e inocente mas a realidade é muito diferente e a repressão existe e não é pouca e o livro que eu vos sugiro mostra isso bastante bem e quem acredita no contrário, na minha opinião, só mostra ingenuidade. Só o facto do Primeiro-Ministro iraniano executar os homosexuais e declarar publicamente que estes não existem no seu país como na existem na Europa ou dizer que o Holocausto é um mito, já é bastante revelador.
Agora claro que isso não legitimiza uma invasão por parte de qualquer país e acho que a desculpa dos E.U.A. às vezes utilizam para invasões de luta pela defesa dos valores da democracia, é realmente uma bela desculpa para justificar os seus interesses particulares. Como disse uma vez o Lion, as mudanças têm de vir de dentro e não impostas por uma nação estrangeira, ou como alguém disse no filme "Gandhi", um povo prefere ter um Governo nacional com problemas do que ter um Governo estável estrangeiro e imposto.
Espero que leiam o livro, que gostem, e depois digam qualquer coisa, comentem!
*****

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Sonhos e pesadelos

Ultimamente no meu caso é só pesadelos, dormir agitada e acordar agitada. Testemunho massacres de populações, pessoas de quem eu gosto, morrem ou são assassinadas, e têm sempre pormenorzinhos sádicos. E depois não são daqueles sonhos que se esquece quando se acorda, estou mesmo farta.
Segundo Freud, os sonhos são o expressar de desejos reprimidos, o que não me parece; segundo Jung é a procura do equilíbrio. Na tradição islâmica, pesadelos são armadilhas de Satã.

"Francis Crick, um dos cientistas que descobriu a forma em dupla hélice da molécula de DNA, sonhou com duas cobras entrelaçadas na noite anterior à grande descoberta. O beatle Paul McCartney sonhou com uma melodia, acordou, foi para o piano e compôs “Yesterday”, um dos maiores clássicos de todos os tempos. Na história de São Patrício, na Irlanda, também figura o sonho. Quando escravizado, Patrício em sonho é avisado de que um barco o espera para que retorne à sua terra natal." - Wikipédia

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Rock In Rio Lisboa 2008 (Como foi...)

Já passou mais um Rock In Rio em Lisboa e agora o evento vai até Madrid (onde vão actuar vários artistas que actuaram já aqui no mesmo evento)

Neste Rock In Rio muitos desiludiram, outros surpreenderam e muitos foram já o que se esperava...

1º dia:
Este dia estava marcado pela presença de Amy Winehouse...ela demorou muito tempo a entrar em palco porque estava com problemas de voz e quando entrou desiludiu muitos dos que tinham lá ido apenas para a ver...é que para além da voz ela também não estava nas melhores condições fisicamente...

Aqui ficam alguns videos desse dia:

Esta é uma das minhas músicas preferidas dela, esta nem foi má de todo...


Agora Lenny Kravitz (Este sim, foi um grade artista neste dia)



2ºdia:
Acho que a melhor artista neste dia foi Bon Jovi mas Alanis Morissette também deu um concerto espectacular.





3ºdia:
Para mim este foi o melhor dia...n, n foi por causa dos Tokio Hotel...adorei completamente o concerto da Joss Stone e o do Rod Stewart também foi bom



4ºdia:
Este dia não tem nada que goste, mas não podia deixar de o enunciar...



5ªdia:
Último dia do festival que volta já em 2010. Para acabar esta edição actuaram os Linkin Park...