quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Twilight - Crepúsculo


"Crepúsculo é o primeiro livro de uma saga que conta já com 4 publicações , escritos pela norte-americana Stephanie Meyer.
O seu grande sucesso de vendas levou à produção do filme com o mesmo nome, que tem como actores principais Kristen Stewart (Bella) e Robert Pattinson (Edward).
Esta história de fantasia e muito romântica tem conquistado fãs por todo o mundo e agora ainda mais, com a chegada da sua adaptação ao grande ecrã.
Quanto ao filme propriamente dito, acho que nunca vi uma adaptação de um livro tão bem conseguida. Do meu ponto de vista, está igualzinho ao livro e a tudo o que tinha imaginado esquanto o lia.
Os actores estão bastante bem, tal como a realização por Catherine Hardwicke. Esta última já declarou que não irá realizar o próximo filme da sequela, "Lua nova", cuja estreia está prevista entre o final de 2009, início de 2010.

Eu gostei muito da primeira parte do livro, mas da segunda já nem por isso. No filme foi mais ao menos a mesma coisa, mas acho que consegui gostar mais da segunda parte do que no livro. E vocês o que acharam? Caroline, Betiny e Rita (e não só), manifestem-se ;)

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Sobre a Lei do Tabaco


Sei que está altamente desactualizado, mas li este comentário ontem e achei brutal:

“Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares. O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina. Eles fingem que um café inundado de fumo é coisa que não incomoda ninguém. Eles chamam fascismo a uma decisão que chateia dois milhões de portugueses e protege oito milhões. E Sousa Tavares conseguiu mesmo a proeza de afirmar no Expresso, sem corar de vergonha, que a lei faz “lembrar, irresistivelmente, os primeiros decretos antijudeus da Alemanha nazi”. Ora, isto não é texto de um colunista prestigiado - isto é conversa de um junkie a quem o dealer cortou na dose. Faço, pois, votos que os fumadores descompensados acabem de ressacar rapidamente, para o bom senso regressar e nós podermos voltar a lê-los com gosto.”

João Miguel Tavares, Diário de Notícias

Não podia ter colocado melhor a questão, eu concordo completamente!

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Artistas favoritos


Definição de artistas favoritos (quando nos podemos considerar fãs):

Os nossos actores/cantores favoritos são aqueles que por muito rascos ou foleiros que sejam os filmes ou canções que integram, nós ainda assim conseguimos gostar, apenas devido às suas interpretações, porque se fosse qualquer outro artista por muito bom que fosse, a qualidade do produto em si vinha ao de cima e já não conseguíamos aproveitar nada do tempo que perdemos a assitir a determinado filme ou a ouvir certa canção.

Concordam?

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

So what??

I'll tell you one truth:
I don't want to have children.
Ever.

Now, generally that'a a statement controversial enough for people to feel shock and feel sorry too.
Then they ask me why.
Then they explain why i'm wrong.
Then they tell me I'm too young and I'll change.

If you are already cracking your knuckles, preparing yourself to furiously type a vilefying answer, hear this:

I have no plans to get married.
Ever!
I don't dream about my wedding day!that makes me feel quite naseous, actually!

Now now, calm down!
I have no qualms if anyone wants to get married or have children, but why do you have to force me to change my opnion and views of life?

Why is the topic of marriage and having kids so important, so big?
It does not need to be so for everyone...

Why are women's opnions in such matters so stereotyped?

Generally everyone supports gender equality, quite a few support feminism.
Then why is that women should want to get married or have children?
If she doesn't , that does not make her imature... jsut different, a non-conformist! and society needs people like that!

Talking (or rather, typing) about me specifically, all I can say is that if I had a child, i'd want to give it my all, i'd want to make a perfect human being (ie imperfect , but with great qualitites but with awareness og the world and hers/his weaknesses). For that i'd have to sacrifice a lot,even my career- and that's something i would not be able to do.
Call me selfish but not everybody's perfect! + i wouldn't hv a child because it's too much responsibilty in my hands! 65% of the time i'm unaware of thingd happening around me - and i like to be that way. so i child would end up atleast seriously sick if he/she was in my hands! n plus i'd be 2 stressed out and unhappy!
So children are not for me!

About marriage, if i find the perfect person, perhaps i would marry.
But as i have said before, nobody is perfect!
so i'd prefer to be on my own , living independently,going where the wind takes me! (ok tht might be a little bit too exagerated, but u know what i mean!)
Well, it's a different view, u may have to swallow hard and you most probably may be thinking that i will change once i'm 30, but i'm very firm on this...

So there, i'v said what i wanted to say and i'm ready to answer back whoever 'orders' me to change my decision! so bring it on! :P

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

is this just me or is this a common phenomenon?

I'm goin to turn 19 in a few weeks
And contrary to popular belief, i'm dreading it!
It's strange... i can't exactly explain how i feel... and there's at least one actress that felt the same way abt turning 19 (it was in an interview)
I feel old... it's almost 2 full decades on earth... and how many memorable moments do i have?
-very very few
what i have done worth mentioning?
-absolutely nothing! (if someone says good grades,he needs to get a reality check!)
do i hv a bright future ahead?
-doesn't seem so, it actually looks quite bleak at the moment
do i have any idea what i want to be/do?where i want to live?do i hv a clue abt my 'destiny'?
-sadly would b a big fat NO to all these questions!

Yes, i know i'm a great person,multicultural,intelligent, etc but do any of these indicate success?no really. in fact i can list at least 35/40 ppl who are like me on top of my head.

Whoever is reading this might feel tht i'm mad/clinically depressd with life.
think wht u want to think, i don't care. i know i'm eventually goin to accept my age.
but am i the only one feeling this way?

astronomy!

interested in astronomy?
want to see stars,planets and galaxies, but don't have the resources?
or simply bored?
fret not! ceck out the link provided and joined your local astronomy club!it can a lot of fun!

even otherwise, the site is worth a check: it has tones of information!!

http://www.astronomyclubs.com/

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

3ª Mostra de Cinema Brasileiro


O Cinema São Jorge em Lisboa volta a receber a Mostra de Cinema Brasileiro de 7 a 9 de Novembro. Apesar de não ter a mesma projecção que a Festa do Cinema Francês vale bastante a pena. Os filmes costumam ser bons e as mesas redondas com realizadores e actores são também um ponto a favor da mostra.
O valor dos bilhetes variam entre 3 euros para menores de 25, maiores de 65 ou associados da Casa do Brasil e 3.50 euros para as restantes pessoas.
Eis a programação:

Dia 7:
Inauguração /21h30, Os Desafinados (2008), de Walter Lima Jr.

Dia 8:
16h00, A Casa do Tom, de Ana Jobim
18h30, Os Desafinados, de Walter Lima Jr.
20h30, Mesa Redonda com Walter Lima Jr. e Ângelo Paes Leme
22h00, Caixa Dois (2007), de Bruno Barreto

Dia 9:
16h00, Cartola (2006), de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda
18h30, A Via Láctea (2007), de Lina Chamie
22h00, Nome Próprio (2008), de Murillo Sales

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domingo, 26 de outubro de 2008

Presidenciais E.U.A.

Leitores da Mensagem, em quem é que votariam, se fossem norte-americanos, ou se são em quem é votam?
Eu cá votaria Obama, por nenhuma razão em especial, que eu não estou muito dentro das campanhas, mas esta parece-me, mesmo assim, a melhor opção, para além de que seria interessante um afro-descendente, como eles dizem, ser presidente dos E.U.A.

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

9ª Festa do Cinema Francês


Até domingo ainda há muitos filmes para ver em Lisboa, Almada, Faro, Coimbra e Porto!
Em Lisboa podem assistir a estes filmes no Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa e no Instituto franco-português.
Vale a pena!

Consultem a programação em:
http://www.festadocinemafrances.com/

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Raptos parentais

Acabei de ler um livro sobre o assunto, escrito pela dinamarquesa Helle Amin, denominado "Reunited in the Desert". Não é a primeira vez que ouço falar sobre o assunto nem tão pouco é a primeira vez que leio sobre o tema, mas não sei se muitas pessoas terão noção da frequência com que estes casos acontecem ou de como continuam a aumentar.
Por vezes, quando por alguma razão, quer seja de divergências culturais, religiosas ou simplesmente porque o casamento terminou, um dos progenitores decide levar os filhos para o seu país de origem de modo a conservar a custódia dos mesmos sem ter de se sujeitar a um processo legal, ao mesmo tempo que impede que os pais deixados para trás voltem a ter algum contacto com as crianças.
Segundo o livro, os raptos dividem-se em duas situações, os que foram raptados para países abrangidos pela Convenção de Haia, de 1980 e os raptados para outros países não membros. A Convenção prevê o regresso da criança ao seu país de residência para que esse país possa determinar quais os melhores interesses da criança. Nesta situação, deverá-se proceder com rapidez, pois passado um ano, a criança pode ser considerada já integrada no país de acolhimento.
Se por um lado é possível a pais deixados para trás recuperar os filhos nesta primeira situação, no segundo caso é extremamente difícil e por vezes praticamente impossível. O pai ou mãe em questão dever-se-ão deslocar ao país para que o filho foi raptado e enfrentar um sistema judicial estrangeiro para conseguir a custódia do filho.

Voltando ao livro, vou transcrever uma passagem do mesmo, que acho que o resume:
"O cenário é vulgar nos tempos que correm: um homem árabe que vive no Ocidente, muitas vezes não praticando a sua fé, casa-se e tem filhos. Quando as coisas começam a correr mal, volta para o seu país de origem, levando consigo as crianças. Apesar de não ser muçulmando devoto, usa agora a protecção que o seu país natal oferece e assegura-se de que todos os elos de ligação entre as crianças e a mãe sejam cortados. Sim, ele pode fazê-lo, e é muito mais frequente do que imaginam.
No meu caso, durante todo o tempo que durou o meu casamento, nunca vi o meu marido rezar nem ir à mesquita. Nunca o vi misturar-se com outros sauditas nem com outros muçulmanos. "T" viveu de acordo com os valores ocidentais entre os oito e os quarenta e oito anos de idade, com uma pequena interrupção durante o breve tempo que trabalhou na Arábia Saudita. Quando nos casámos jurou-me que aquilo era tão horrível que não queria voltar para lá nunca mais.
As pessoas costumam dizer-me: "Helle, devias ter percebido aquilo em que te estavas a meter. Casando-te com um saudita corrias sempre o risco disto acontecer, não achas?"
A minha resposta é que não tinha modo de saber o que iria acontecer. "T" vivera em Inglaterra, dissera-me que tencionava continuar a ter um estilo de vida ocidental e, na verdade, tudo apontava para isso.
Também desprezava a sua religião, por isso o islamismo nunca esteve presente nas nossas vidas. Com efeito, o meu marido explorava com grande interesse todas as outras religiões, tanto que nenhum estranho teria podido prever na altura a desgraça que me aguardava".

Esta senhora teve uma sorte tremenda em recuperar os filhos e existem milhares de outras histórias de pais por todo o mundo na eterna busca dos filhos, numa missão praticamente impossível. Por outro lado é também de salientar trauma das crianças raptadas por um dos pais, e muitas vezes também o choque cultural que sofrem.
Muitas vezes os pais gastam fortunas de uma vida para tentar recuperar os filhos, e frequentemente sem sucesso.
Esta publicação faz especial incidência a raptos para países muçulmanos, primeiro porque era o caso do livro e segundo porque também são os mais graves, uma vez que estrangeiros, ocidentais, não muçulmanos e ainda por cima mulheres não têm estatuto absolutamente nenhum face aos nacionais na maioria desses países. No entanto raptos parentais acontecem em todo lado, como por exemplo dentro da Europa, e não deixam de ser menos graves ou importantes por isso.

Ligações importantes:
http://www.reunite.org/
http://www.ldif.asso.fr/
http://www.offsol.demon.co.uk/
http://www.hcch.net/